Mostrando postagens com marcador Infantojuvenil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Infantojuvenil. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 13 de junho de 2011

"Lonely Hearts Club" de Elizabeth Eulbergh


"Eu, Penny Lanne Bloom, juro solenemente nunca mais namorar enquanto viver.
Tudo bem, talvez eu reconsidere essa decisão em dez anos, ou algo assim, (...), mas por hora, não quero mais saber de gaortos. São todos a escória da humanidade, mentirosos e traidores.
Sim, todos eles. A essência do mal.
Claro que alguns parecem ser legais, mas, assim que conseguem o que querem, dão o fora em você e partem para o próximo alvo.
Então, cansei.
Chega de namorar.
Fim."

Penny Lane Bloom cansou de ser magoada e decidiu: homens são o inimigo. Exceto, claro, os únicos quatro caras que nunca decepcionaram uma garota: John, Paul, George e Ringo.
E foi justamente nos Beatles que ela encontrou uma resposta à altura de sua indignação: Penny é fundadora e única filiada do LONELY HEARTS CLUB - o lugar certo para uma mulher que não precisa de namorados idiotas para ser feliz.
O clube, é claro, vira o centro das atenções na escola McKinley. Penny, ao que tudo indica, não é a única aluna farta de ver suas amigas mudarem completamente (quase sempre para pior) só para agradar aos namorados, e de constatar que eles, na verdade, não estão nem aí para elas.
Agora, Penny é idolatra por dezenas de meninas que não querem enxergar um namorado nem a quilômetros de distância. Jamais. Seja quem for. Mas será, realmente, que nenhum carinha vale a pena?

(sinopse do livro)


Antes de tudo, devo dizer que é praticamente impossível ler este livro e não ficar com vontade de ouvir as músicas dos Beatles! Especialmente para os apreciadores da banda, como eu. Durante toda a leitura, as músicas ficavam tocando na minha mente como uma trilha sonora, principalmente a canção "Penny Lane" já que é este o nome da protagonista. Inclusive, enquanto escrevo esta resenha a música toca no minha cabeça!

Dito isto, vamos ao livro:
Com toda certeza TODA garota - ou mulher - se identificará com a Penny ou qualquer outra integrante do Lonely Hearts Club, pois quem nunca teve um coração partido? Quem nunca viu seu príncipe encantado se transformar em um sapo? Quem nunca quis "se aposentar temporariamente" no amor? Mas, a pergunta mais importante é: e quem está ao nosso lado quando tudo isto acontece? Sim, as AMIGAS. Elas estão sempre por perto quando o tal ser do sexo masculino faz com a gente se sinta um lixo, não é? E elas levantam a nossa autoestima e fazem com que a gente se sinta importante no mundo. É sobre isto que se trata o clube criado por Penny. Não é um grupo de meninas despeitadas ou mal-amadas, mas um grupo de meninas que resolvem dizer: "Eu me amo e mereço algo melhor!". E elas se reunem todo sábado, escutam Beatles e ajudam uma as outras, não só a curar um coração partido, mas também a encontrar sua própria identidade e até tirar uma nota melhor naquela prova difícil.
Os personagens são carismáticos, a história é divertida e ainda há um romance SUPER fofo! Eu quero muito um cara como Ryan na minha vida! rs.

Resumidamente, posso dizer que este é o livro mais GRACINHA e FOFO que li este ano, e acho difícil algum outro livro desbancar este STATUS. Eu, praticamente, o li em apenas um dia, pois parecia impossível largá-lo. Sem dúvida, um livro super recomendado!

Literatura Estrangeira
Editora: Intrínseca
Publicado em: 2011 / 1ª Edição
Formato: Brochura
Número de páginas: 240
Categoria: Ficção/ Romance Infantojuvenil
Idioma: Português
Nota: 5/5

sábado, 15 de janeiro de 2011

"Buracos" de Louis Sachar

ATENÇÃO! Não deixem de ler a resenha por conta da capa e título do livro que não são - nem um pouco - atraentes!


"A culpa de tudo era do pilantra, imundo e nojento do ladrão de porcos do meu trisavô"

O trisavô de Stanley Yelnats IV, chamado Elya Yenats, aos quinze anos apaixonou-se perdidamente por uma belíssima garota de apenas quartoze anos chamada Myra Menke e com ela desejava se casar. Ao pedir a mão da menina, Elya descobre que há concorrência: o criador de porcos de 57 anos chamado Igor Barkov também procurara o pai de Myra e pedira sua mão em troca de seu porco mais gordo. Elya, entretanto, nada tinha a oferecer.
Porém Myra só teria permissão para se casar quando completasse quinze anos, o que seria dali a dois meses, e este era o tempo que Elya teria para conseguir algo melhor para ofecerer ao pai da garota.
Deseperado, ele vai procurar a sua amiga Madame Zeroni - uma velha egípcia que não tinha um dos pés - e esta lhe ofereceu o conselho de desistir de Myra que nada poderia oferecer a ele além da beleza; a menina era um "vaso vazio".  Mas o garoto se dizia apaixonado e ela então resolve ajudá-lo. Dá ao rapaz um filhote de porco e diz:

"- No alto do morro existe um córego cuja água corre morro acima. Você tem de levar o leitão todo o dia ao alto do morro e fazê-lo beber neste córego. Enquanto ele bebe você deve cantar para ele.
Ela ensinou a Elya a canção especial que ele deveria cantar para o porquinho.
- No dia dos quinze anos de Myra, você vai levar o leitão ao morro pela última vez. Depois leve-o diretamente para o pai de Myra. O leitão vai estar mais gordo do que qualquer porco de Igor. (...) Depois que der o porco ao pai de Myra quero que você faça algo para mim.
- Qualquer coisa - disse Elya.
- Quero que você me leve ao alto do morro. Vou beber daquela água e você vai cantar a canção para mim.
Ele promete que assim faria.
Madame Zeroni preveniu que, se não o fizesse, ele e seus descendentes seriam condenados por toda a eternidade". (pág. 31 e 32)

Quando Myra Menke completou quinze anos, Elya estava tão ansioso que não levou o porco ao alto do morro pela última vez antes de levá-lo ao pai dela. Quando chegou a casa da garota, Igor também se encontrava por lá com seu porco e quando os leitões foram pesados descobriram que os dois tinham o mesmo peso. Então coube a Myra escolher com quem iria se casar e ela não sabia quem escolher. Decepcionado pela dúvida da garota entre ele e velho de 57 anos criador de porcos, Elya sai da casa dela e parte direto para a América como tripulante em um navio e não cumpre a promessa com Madame Zeroni, amaldiçoando assim todas as gerações de sua família com a má sorte.

É claro que esta é apenas mais uma história, das muitas que são contadas na família de Stanley Yelnats, entretanto toda vez que algo dava errado - e isto acontecia com bastante frequência - a culpa era do ladrão de porcos do seu trisavô!
E, só poderia ser por culpa dele que Stanley foi parar na detenção juvenil por um crime que não cometeu. O lugar é chamado de Acampamento do Lago Verde, em uma cidade chamada Lago Verde que se exauriu assim como o lago que existiu há muitos anos naquele lugar. O lago secou, e não há nada lá além de quilômetros e quilômetros de terra deserta, seca e plana. E os garotos cumprem pena naquele lugar, cavando buracos para "formar o caráter". Será mesmo apenas este o motivo? Não estariam à procura de alguma coisa? Que história aquela antiga e abandonada cidade estaria escondendo e o que é que o que eles estavam procurando teria a ver com o ladrão de porcos do trisavô de Stanley?

Eu já conhecia a história deste livro por conta do filme "O mistério dos escavadores" que assisti há alguns anos e gostei. Só descobri o livro o ano passado através de um comentário feito no Filmow e não tive dúvida em adquirir a obra de Sachar mesmo que a capa fosse tão horrorosa e o título nada atrativo. Eu já sabia que a história era boa. E valeu a pena.
A trama é muito bem entrelaçada, nada no livro acontece sem um motivo. Porém o que eu mais gostei, foi esta ligação entre o passado - distante - com o presente, demonstrando como alguns atos podem ter consequências por anos a fio, e não estou falando da maldição, mas de vários detalhes da história que se encaixam.
Só fiquei com uma dúvida, uma perguntinha que talvez não tivesse nenhuma relevância, mas fiquei curiosa e ela não foi esclarecida.
Um livro fácil, de leitura gostosa e envolvente desde o início. Eu realmente gostei. E, para quem procura por uma história diferente, divertida e cheia de surpresas, eu recomendo!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

"Matilda" de Roald Dahl


Matilda é uma menininha de inteligência excepcional. Com apenas um ano e meio de idade já falava perfeitamente e possuia um vocabulário tão amplo quanto um adulto; aos três anos já tinha aprendido a ler e aos quatro frequentava a biblioteca da cidade. Antes de ter idade para frequentar a escola, ela já tinha lido todos os livros infantis da biblioteca e muitos dos clássicos adultos, como as obras de Charles Dickens, Jane Austen, Ernest Hemingway, George Orwell e outros.
Os pais de Matilda não aprovavam o comportamento da menina e a consideravam estranha por preferir ler a assistir televisão.

"- Papai, será que você pode me comprar um livro? - ela pediu.
- Um livro? - o pai se espantou - Para que você quer um livro?
- Para ler, papai.
- Mas e a televisão? Compramos uma TV linda, de doze polegadas, e você vem me pedir um livro! Você anda muito cheia de vontades, menina!" (pág. 06)

O pai dela, Sr. Losna é um vendedor de carros dos mais pilantras que adora contar vantagens sobre como engana os seus clientes, especialmente para o seu filho Michael para quem gosta de ensinar suas trambiques.
É claro que Matilda - que mesmo tão pequena sabe que o que seu pai faz é desonesto - desaprova as atitudes dele. Cansada de ser maltratada e injustiçada por ele a menina planeja muitas travessuras como: passar cola no chapéu do pai para que fique colado em sua cabeça e trocar o seu tônico capilar por tintura loiro platinado extra forte.
A Sra. Losna estava sempre apoiando seu marido e ignorando por completo a filha.

"O pai de Matilda tinha cabelos pretos que usava repartidos no meio e dos quais tinha muito orgulho.
- Cabelos bons e fortes significam que há um cérebro bom e forte por baixo - ele dizia.
- Como Shakespeare - Matilda comentou certa vez.
- Como quem?
- Shakespeare, papai.
- Ele era inteligente?
- Muito, pai.
- E ele tinha muito cabelo, não é?
- Ele era careca, pai."  (pág. 55)

Logo Matilda começa a frequentar a escola e já em seu primeiro dia de aula deixa sua professora, a Srta. Mel, boquiaberta com sua facilidade em fazer cálculos e sua leitura fluente. Além de inteligente, a menina demonstra ser muito bem comportada e assim nasce uma bela amizade entre aluna e professora.
Entretanto, os alunos daquela escola têm de enfrentar um pesadelo: a diretora, a Sra. Taurino, é uma mulher grande e forte que destesta crianças e adora maltratá-las e humilhá-las, inclusive Matilda!

O livro é divertido e de leitura fácil, como um livro infantil deve ser. Mas o que dá este ar cômico são os exageros, principalmente na caracterização dos personagens, pois o enredo em si é triste por se tratar da história de uma criança que é desprezada pelos pais - ignorantes! - que não sabem lidar com precocidade da filha. As travessuras da menina são as únicas defesas que ela encontra contra isto. E eu me vi torcendo por ela e as demais crianças da escola em cada uma de suas armações! Ou seja, voltei a ser uma criança durante a leitura!

sábado, 8 de janeiro de 2011

"O castelo animado" de Diana Wynne Jones


“Na terra de Ingary, onde coisas como botas-de-sete-léguas e mantos de invisibilidade existem, é um verdadeiro infortúnio ser a mais velha das três irmãs. Todos sabem que é você que sofrer o primeiro, e o maior, fracasso se as três saírem em busca de sorte.” (pág. 11)

Sophie Hatter é uma jovem de 18 anos que por ser a mais velha das três irmãs, pouco espera de seu futuro. Elas são filhas de um dono de uma chapelaria na cidade de Market Chiping. Sophie e Lettie são filhas do primeiro casamento do pai que logo após o falecimento da esposa, casou-se novamente com a bela e jovem funcionária da loja chamada Fanny e com ela teve uma filha, Martha.
Fanny sempre fora bondosa com as meninas, nunca favorecendo Martha por ser sua filha legítima e tentando ser justa, mas como estava sempre ocupada cuidando da chapelaria era Sophie quem cuidava das irmãs mais novas.
As três eram belas, mas Lettie era ainda a mais bela delas embora fosse Martha – que por ser a caçula – que estava designada ao melhor destino.
Quando o Sr. Hatter vem a falecer, deixa uma dívida imensa e as garotas têm que abandonar o colégio e serem separadas, cada uma sendo enviada por Fanny como aprendiz, dominando assim uma profissão: Lettie, sendo a segunda filha não tinha chances de grandes conquistas e fora mandada ao Café Cesari’s, na Praça do Mercado – apenas duas ruas de sua casa -, onde provavelmente encontraria um jovem aprendiz para casar; Martha fora enviada para ser aprendiz da famosa feiticeira Annabel Fairfax, onde faria amigos nobres e poderosos, garantindo assim um excelente casamento e posição na sociedade, como realmente deveria ser o destino da caçula das irmãs; e Sophie, sendo a mais velha, pouquíssimo podia esperar para si mesma, e se conformou com o destino de continuar na chapelaria que um dia herdaria.
Até que um dia, sozinha na chapelaria e sentindo-se cada vez mais infeliz, recebe a visita da aterradora Bruxa das Terras Desoladas que por motivos que Sophie desconhece a transforma em uma velhinha. Com receio de que Fanny e as irmãs não a reconheçam, ela foge rumo a lugar nenhum e, após andar por todo o dia – porém sem avançar muito, já que seu corpo pouco aguenta o esforço -, Sophie, cansada, resolve bater na porta do Castelo Animado onde vive o Mago Howl conhecido por ser um terrível feiticeiro devorador dos corações das moças. Como já não era mais moça, Sophie pouco tinha a temer e assim encontra abrigo no castelo onde transformará a vida de seus habitantes – o ajudante de Howl, o jovem Michael e o demônio de fogo, Calcifer com quem faz um acordo de descobrir uma maneira de quebrar o pacto que o prende eternamente a Howl e ele a ajudará a desfazer o feitiço – e viverá grandes aventuras.

“(...) – Mas me conte mais, por favor, sobre o Mago.
Mais sobre Howl? Sophie pensava desesperadamente. Tenho que sujar seu nome! Sua mente era de uma inutilidade tão grande que por um segundo lhe pareceu de fato que Howl não tivesse defeitos. Que estúpida!
- Bem, ele é volúvel, imprudente, egoísta e histérico. – disse ela – Metade do tempo eu acho ele não se importa com que acontece com ninguém, contanto que ele esteja bem... mas então descubro como foi generoso com alguém. E penso que só é generoso quando lhe convém... e aí, percebo que ele cobra menos dos pobres. Eu não sei, Vossa Majestade. Ele é uma confusão.” (pág. 185)

Adorei o livro. É mágico e encantador.
Nada durante a história é o que parece ser. Você vai lendo e se surpreendendo com os personagens e desvendando seus mistérios.
Dizem que há males que vêm para o bem, certo? Sophie que ao início da história aceita seu fado e se sente infeliz, por meio desta maldição encontra a oportunidade buscar o que tanto desejava: seu próprio destino; uma vida de aventuras que jamais acreditou que poderia viver. E, acaba se tornando muito mais ela mesma, sem medo de falar o que pensa e fazer o que tem vontade, como se não tivesse mais nada a perder. Torna-se assim a “Sra. Bisbilhoteira”, uma ranzinza possuidora de uma habilidade especial que até então desconhecia.
Howl é o meu personagem favorito. Ele possui uma lista gigante de defeitos, mas possui uma qualidade que supera tudo: ele tem um bom coração. As briguinhas e implicâncias entre ele e Sophie me divertiram muito.

Esta é mais que uma daquelas histórias infantis sobre bruxas e feiticeiros, é uma história recheada de significados em suas entrelinhas. E eu gosto de histórias assim, tão mágicas e absurdamente irreais, mas completamente possíveis e lógicas em suas interpretações que quando os trazemos para nossa realidade, esses sentidos se encaixam completamente em nossas vidas.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Resenha: "Sorte ou Azar" de Meg Cabot


A falta de sorte parece perseguir Jinx onde quer que ela vá — e por isso ela está tão animada com a mudança para a casa dos tios, em Nova York. Talvez, do outro lado do país, Jinx consiga finalmente se livrar da má sorte. Ou, pelo menos, escape da confusão que provocou em sua pequena cidade natal. Mas logo ela percebe que não é apenas da má sorte que está fugindo. É de algo muito mais sinistro... Será que sua falta de sorte é, na verdade, um dom, e a profecia sob a qual ela viveu desde o dia que nasceu é a única coisa que poderá salvá-la.

do ,ri bastante com a ma sorte de Jinx , achei tambem o final um pouco previsível, Achei também que a Jinx foi um pouco "tonta" em relação a Zach.
Outra coisa que eu não gostei muito foi a falta de romance,acho que a Meg podia ter aprofundado mais nesse assunto, mas mesmo assim eu amei o livro recomendo muito!!!
Tory é um tanto malvada e chata ,fiquei feliz pelo final que ela teve,na minh
a opinião esse não é o melhor livro da Meg Cabot na verdade nem chega perto mais é um ótimo livro para se entreter ,a leitura é super fácil e diverti


Fiquei bastante impressionada com esse livro, geralmente os livros da Meg Cabot são cheios de romance mais nesse livro, o assunto é sobre magia.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Resenha-O labirinto dos ossos


Essa semana eu li o primeiro livro da serie 39 clues chamado de o labirinto de ossos e posso dizer que amei esse primeiro livro,espero que o segundo “Uma nota errada” seja tão bom quanto o primeiro
Em o labirinto dos ossos escrito por Rick Riordan (o que escreveu a serie de livros Percy Jackson) conhecemos os irmaos orfaos Dan e Amy Cahill ,o livro começa ja com a morte da avó de Dan e Amy ,Grace Cahill ,e logo vem o enterro onde conhecemos o resto dos Cahill ,como os Kabras,Irina Sparks,Alistar Oh,a familia Holts,entre muitos outros.
Depois do funeral eles ficam sabendo que existem 39 pistas que apenas uma pessoa ou grupo podera achar e dominar o mundo ,assim as familia Cahill tem que decidir entre um cheque de 1 milhao de dolares ou embarcar em uma fascinante aventura pelas 39 pistas que leva ao dominio do mundo ,Dan e Amy aceitam procurar pelas 39 pistas e assim eles começam uma nova aventura,e começam a conhecer a familia tao poderosa que eles pertencem.
Em 39 clues nao existem criaturas magicas,sobrenaturais ou com poderes a unica coisa que os protagonistas contam é com a inteligencia,e sorte ,bastante sorte ,a serie é composta por 10 livros o 4 livro Alem do tumulo acabou de ser lançado.A series alem de uma otima historia foi eleita como best-seller pela New York times alem de ter rendido milhoes de examplares nos Estados Unidos , O primeiro livro já tem os direitos comprados pela empresa DreamWorks SKG, para que o diretor Steven Spielberg possa transformá-lo em filme,isso só significa uma coisa ,esse filme vai ser otimo,mais ainda não tem data de estreia ,por enquanto vamos ter que esperar e ler os próximos livros.
Para se ter uma idéia, cada livro é escrito por um autor diferente, pois Riordan queria um alto nível de conhecimento e realismo sobre os locais onde se passam a narrativa, então escolheu outros autores (que realmente estiveram presentes nesses locais) para dar continuidade à história, uma vez que ele não poderia fazê-lo.Achei a serie bastaste realista pois os locais sao reais e nos livros aparecem personagens historicos como Benjamin Franklin ,Mozard e muito mais ,ao longo do livros voce começa a tentar resolver os misterios junto com Amy e Dan ,a serie é realmente muito boa ,a unica coisa ruim em o labirinto de ossos é que nao é muito detalhado e nao ha nem um pouco de romance nesse primeiro livros ,mais tirando isso recomendo que leiam é um otimo livro tanto para adultos como para crianças.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

"Ídolo Teen" de Meg Cabot


Jen é a conselheira secreta do jornal da escola, onde responde diversas perguntas enviadas para a coluna "Pergunte à Annie". Ela está sempre disposta a ajudar, a dar conselhos e evitar confusões, além de gostar muito de ler.
Eu gostei muito da protagonista que é sensata e cautelosa, sabe lidar com as pessoas sem perder sua autenticidade. Não é popular e nem a rejeitada, simplesmente uma garota com os pés no chão que está sempre disposta a ajudar os outros.
O problema é que Jen não tem ideia do poder de persuasão que possui e não percebe que nem sempre tem que ser legal com todos, às vezes para realmente ajudar alguém não podemos dizer o que o outro QUER ouvir e, sim, o que ele PRECISA ouvir. E a verdade, muitas vezes, machuca.
E quem vai ajudá-la a enxergar tudo isto é o astro Luke que sem que ninguém - além de Jen e a diretoria da escola - saiba, vai passar algumas semanas no colégio para conhecer ambiente escolar, pois desde pequeno Luke é famoso e por isso jamais frequentou uma escola antes, sempre esteve rodeado de professores particulares e adultos, e talvez, por isso seja um pouco mais maduro. Quando chega ao colégio, ele se surpreende com a hostilidade do ambiente escolar, e com a proximidade dele com a Jen, tentará fazê-la modificar - ou ao menos amenizar - as situações que ocorrem por lá.

Devo dizer que este livro me surpreendeu. Foi simplesmente delicioso lê-lo! Assim como a maioria dos livros da Meg Cabot, este possui uma linguagem fácil, jovem e divertida, e história simples, porém extremamente FOFA! Muita gente não gostou, diz que é um livro previsível, mas eu confesso que antes de começar a ler – e até durante a leitura – imaginava algo bem diferente do rumo que a história tomou. Eu amei como toda a história termina, principalmente para Jen. Sério, é muito fofoo! É muito bom quando uma história toma um rumo diferente do que imaginamos sem deixar de nos entusiasmar!


CABOT, Meg. Ídolo teen. Tradução: Alves Calado - 2ª ed. - Rio de Janeiro: Galera Record, 2007. Título original: Teen Idol. 270p.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

"Cabeça de vento" de Meg Cabot

"É a beleza que importa...



...ninguém se importa com o interior."

"Cabeça de vento" conta a história de Emerson Watts - ou Em, como é chamada - uma garota comum do ensino médio que prefere jogar vídeo game com seu melhor amigo Christopher - ou ler um livro e estudar - a se preocupar com roupas, cabelo e maquiagem. Não é bonita o bastante para os padrões sociais, e nem se importa. Não faz parte do grupo popular que ela denomina de "os mortos-vivos", ou seja, pessoas que apenas seguem um sistema e não pensam por conta própria.
Até que um dia, ao levar sua irmã mais nova a inauguração da Stark Megastore que contará com a presença de muitos famosos, Em sofre um acidente. Quando acorda pouco mais de um mês depois no hospital, Em descobre estar no corpo da linda e famosa modelo, Nikki Howard. Claro que isto não ocorreu devido a uma "transferência espiritual" como Lulu - melhor amiga de Nikki - acredita (#morriderir!).
Emerson agora está em um caminho sem volta, e terá que aprender a ser a modelo super famosa Nikki Howard sem perder sua essência, sua identidade.
Agora que está incrivelmente linda, Em tem muitos garotos - lindos, ricos e famosos - aos seus pés, atenção que não costumava ter antes. Mas apesar da transferência de corpo, o seu "coração" permanece o mesmo e ainda bate mais forte pelo único garoto que agora parece nem notá-la.

Este primeiro livro da série é notavelmente uma introdução. O que me deixou ansiosa DEMAIS pelas continuações; aflita por descobrir como Em continuará lidando com toda a situação. 
Para mim, um ponto forte nas obras de Meg Cabot são persongens carismáticos, e neste livro não poderia ser diferente. Além da protagonista - que em muitos pontos eu me identifiquei - a melhor amiga de Nikki, Lulu, é outra personagem adorável pelo seu bom coração e muito divertida. Entretanto, não é somente este o ponto forte do livro, achei sua trama muito boa e envolvente que me deixou morrendo de vontade de ler os outros livros da série por saber que muita história ainda está por vir. E, é claro, há lições de morais que não podem ser ignoradas; aliás, este é outro detalhe que parece sempre presente nas obras de Meg Cabot e que eu gosto muito. A grande questão que o livro traz é: "Devemos julgar alguém pela aparência?". Afinal, não importa em que lado estamos - dos "mortos-vivos" ou dos "nerds" - não podemos julgar o outro já que não estamos em sua pele e toda moeda possui dois lados. E, será possível ser deslumbrantemente linda, ao mesmo tempo, culta e inteligente?! Eu acho que toda essa loucura que acontece na vida de Em, será para provar que sim.
 
CABOT, Meg. Cabeça de Vento. Rio de Janeiro: Galera Record, 2010. 320p. (Airhead, v.1).

sexta-feira, 2 de julho de 2010

"Sorte ou azar?" de Meg Cabot


Sinopse: A falta de sorte parece perseguir Jinx onde quer que ela vá — e por isso ela está tão animada com a mudança para a casa dos tios, em Nova York. Talvez, do outro lado do país, Jinx consiga finalmente se livrar da má sorte. Ou, pelo menos, escape da confusão que provocou em sua pequena cidade natal. Mas logo ela percebe que não é apenas da má sorte que está fugindo. É de algo muito mais sinistro... Será que sua falta de sorte é, na verdade, um dom, e a profecia sob a qual ela viveu desde o dia que nasceu é a única coisa que poderá salvá-la.

Jinx sai de uma pequena cidade do estado de Iowa (EUA) e vai morar em Nova York com os tios e os primos tentando fugir de um problema que acredita que foi causado pela sua má sorte que a persegue desde o dia de seu nascimento. E, "para sua falta de sorte", quando chega na casa dos tios encontra sua prima Tory, que não via há cinco anos, completamente mudada. Tory é apaixonada por Zach e acredita ter o dom da bruxaria. Jinx detesta bruxaria e se torna muito amiga de Zach (que por sinal ela também se apaixona) e deixa sua prima morta de ciúmes. Começa então uma guerra entre as duas, por iniciativa de Tory, é claro.

Jinx, na minha opinião, é um tanto ingênua demais, tanto por acreditar nas mentiras da malvada prima Tory, quanto por não acreditar na possiblidade de Zach estar apaixonado por ela apesar de todas as evidências. E, quanto ao Zach - bem, sem comentários - é  simplesmente um fofooo!
Resumindo: o livro é uma gracinha! Recomendo este livro, principalmente se a intenção do leitor é apenas se distrair com uma leitura totalmente leve e descontraída. A história é um tanto bobinha, admito, mas é uma leitura agradável e seus personagens são simpáticos (com excessão de Tory, a prima "bruxa" de Jinx!).

Este foi o primeiro livro que li de Meg Cabot - eu li o ano passado! - e devo dizer que gostei o suficiente para querer ler outros de seus livros lançados. A autora possui uma forma simples, uma linguagem jovem, porém extremamente deliciosa de narrar suas histórias - o que enquadra seus livros na categoria "ué, o livro já acabou?" - ou seja, a gente se envolve e nem sente o tempo passar e a história acabar!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Alice no país das maravilhas, Lewis Carroll

"Gatinho de Cheshire" começou um pouco tímida, pois não sabia se ele gostaria do nome, mas ele abriu ainda mais o sorriso. "Vamos, parece ter gostado até agora", pensou Alice, e continuou. "Poderia me dizer, por favor, que caminho devo tomar para sair daqui?"
"Isso depende bastante de onde você quer chegar" disse o Gato.
"O lugar não me importa muito...", disse Alice.
"Então não importa que caminho você vai tomar", disse o Gato."...desde que eu chegue a algum lugar", acrescentou Alice em forma de explicação.
"Oh, você vai certamente chegar a algum lugar" disse o Gato, "se caminhar bastante".

(Alice no País das Maravilhas de Lewis Carroll, pág. 84, L&PM)


A menina Alice que está no jardim com sua irmã mais velha e sua gatinha, sentindo-se entediada enquanto a irmã lê para ela um chato livro em voz alta, quando vê um coelho branco de colete parar para olhar as horas em seu relógio e sair apressado. Curiosa, Alice o segue até a toca, quando entra, cai em um poço profundo que a leva até um país maravilhoso onde encontra: um gato sorridente - que aparece e desaparece quando tem vontade; um chapeleiro louco e a lebre maluca; a rainha de copas que adora mandar degolar seus súditos; uma lagarta com seu narguilé; e diversos animais falantes.

A história - acredito - a maioria conhece, principalmente através do clássico da Disney de 1951.
Só pelo trecho do livro acima - que inicio este post - já para notar que este vai além de um simples livro infantil. Por retratar críticas e diversas mensagens em suas entrelinhas que podem ser interpretadas de diversas maneiras tornou-se um livro cheio de filosofias e que traz até referências a lógica e a matemática; a rainha de copas que seria uma crítica a monarquia de sua época (trata-se da rainha Vitória); a perda da identidade; e até as mudanças físicas e psicológicas da pré-adolescência.
Este é, sem dúvida, um livro para reler diversas vezes e se perder cada vez mais e mais no mundo maravilhoso de Alice.
Devo dizer que gostei bastante de mergulhar na leitura e me encontrar em um universo que só uma criança é capaz de viver, e me impressiona acreditar que um mundo tão mágico foi realmente criado por um adulto. Foram meus momentos nostalgicos ao relembrar da facilidade que tinha para eu me perder em um mundo de fantasias, e como tudo me parecia tão real naquela época - como acontece com a Alice durante a história. Sinto saudades de meus devaneios infantis, e talvez eu releia Alice outras diversas vezes, não para filosofar, mas para encontrar a criança sonhadora dentro de mim que, muitas vezes, encontra-se adormecida.

Lewis Carroll é o pseudônimo de Charles Lutwidge Dodson (1822 - 1898) que escreveu também uma continuação da primeira história que se chama "Alice no país do espelho" (1872); além de escrever, Lewis era matemático e fotógrafo. Gostava de fotograr somente meninas, e há muita polêmica sobre a vida de Lewis Carroll do qual não pretendo mencionar aqui.
A história surgiu quando Lewis - ou Charles - passeava de barco com a menina Alice Liddell de 10 anos e suas duas irmãs e resolveu contar-lhes uma história que originou o clássico da lituratura.
Eis a foto da menina que inspirou a história:



(Alice Liddell)


Está previsto para abril de 2010 o lançamento do filme "Alice no país das maravilhas" do cineasta Tim Burton que aparentemente traz uma nova versão para a clássica história de Lewis Carroll: Alice, aos 17 anos, sem a lembrança de sua última visita e ao seguir novamente o coelho branco, retorna ao País das Maravilhas.
Nem tenho palavras para descrever minha ansiedade para a estréia do filme! Adoro o Tim Burton e o Johnny Depp!


sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Penelope, Marilyn Kaye

PENELOPE, MARILYN KAYE

Sipnose: Penelope Wilhern tem tudo que uma garota pode querer: uma família abastada e da alta sociedade, um quarto adorável e muitas roupas de estilistas famosos. Mas nem tudo é perfeito e ela tem um problema... foi amaldiçoada com um nariz de porco, e a maldição só será quebrada quando alguém de sua mesma classe aceitá-la como ela é.
Isolada do mundo pela família envergonhada, Penelope precisa entrevistar uma seqüência de solteiros esnobes na tentativa desesperada de encontrar um marido e acabar com a maldição. Mas ela deseja muito mais da vida e, depois que os planos de sua mãe e de uma casamenteira profissional desandam, ela resolve fugir e cair no mundo em busca de liberdade.

Dados do Livro:
TÍTULO: PENELOPE
TÍTULO ORIGINAL: PENELOPE
ISBN: 9788501080097
IDIOMA: Português.
ENCADERNAÇÃO: Brochura
PÁGINAS: 240
AUTOR: Marilyn Kaye
TRADUTOR: Ana Ban

ONDE COMPRAR:
SUBMARINO
CULTURA

Há um tempo quero postar aqui minha opinião sobre o livro. Eu o li em uma madrugada e fui dormir suspirando. Calma, calma... Não é nenhum SUPER romance, mas me deixou encantada. O livro é um conto-de-fada moderno: temos uma heroína sob uma maldição que vive trancafiada enquanto sua mãe - que acredita que o feitiço será desfeito quando sua filha encontrar alguém que possua o mesmo sangue nobre e status social que a aceite - procura desesperadamente por um marido para sua filha. Mas quem seria capaz de casar com uma garota com nariz e orelha de porco?! Finalmente parece que esta pessoa chegou, Penelope se apaixona por este nobre chamado Max e parece que este também corresponde aos seus sentimentos. Até que Penelope o pede em casamento e ele recusa... Com o coração partido, cansada de procurar pelo príncipe que quebrará o feitiço e certa de que jamais o encontrará, Penelope foge da prisão e resolve viver... E se mostrar para o mundo. Faz amigos, cria independência e fica famosa! Mas ainda continua apaixonada por Max, e Max por ela... Por que então não ficam juntos? Max esconde um segredo.
O final não foi como eu imaginava: foi melhor! Tive algumas surpresas durante a leitura - que é tão leve e descontraída que devorei o livro em algumas horas. E, a moral da história a gente nunca deve esquecer: amar a si própria, e aceitar o que parece não ter como mudar para deixar a vida consertar o que tiver conserto...

Recomendo não só o livro como também o filme:

Com um bom elenco, um pitada de humor e romance, e um cenário mágico e moderno, e um roteiro bem fiel ao livro (ou vice-versa?!) torna o filme tão recomendável quanto a obra.

Ficha Técnica


Título Original: Penelope
Gênero:Comédia, Fantasia, Romance
Direção:Mark Palansky
Roteiro:Leslie Caveny
Elenco: Christina Ricci (Penelope Wilhern)
            Nigel Havers (Edward Vanderman Jr.)
            Reese Witherspoon (Annie)
            Catherine O'Hara (Jessica Wilhern)
            James McAvoy (Max Campion / Johnny Martin)
Duração: 103 minutos