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domingo, 15 de maio de 2011

"O Rei do Ferro" de Julie Kagawa


"(...) - Gosto de conhecer meus inimigos antes de começar o combate. Descobrir seus pontos fortes e fraquezas.
- Não estamos em combate...
- Nem todo combate é travado com espadas. - Ash voltou para a cama, pegando a espada e examinando a lâmina. - As emoções podem ser armas letais, (...) você faria qualquer coisa para encontrar seu irmão. Correria perigo, negociaria com o inimigo, abriria mão de sua liberdade, faria qualquer coisa para salvá-lo. E provavelmente faria a mesma coisa por seus amigos, ou por qualquer pessoa de quem gostasse. A lealdade é seu ponto fraco, e seus inimigos certamente o usarão contra você. Essa é sua fraqueza, princesa. O aspecto mais perigoso de sua vida.
- E daí? (...) - Tudo que está me dizendo é que eu não trairia meus amigos e minha família. Se isso é fraqueza, quero ser fraca."
(p.224/225)

Meghan Chase está prestes a completar dezesseis anos e tudo o que mais deseja é tirar sua carteira de aprendiz de motorista. Desde o desaparecimento do pai há dez anos, Meg e a mãe - que casou-se novamente e teve um filho - moram em uma cidadezinha na Lousiana. E até então a vida de Meg é simples e normal. Ela é apaixonada pelo bonito e popular capitão do time de futebol do colégio que nem repara em sua existência e tem um melhor amigo chamado Robbie. Entretanto, quanto mais o seu aniversário se aproxima, mais coisas estranhas começam a acontecer tanto na escola quanto em sua própria casa.
Quando, finalmente chega o esperado dia, tudo vira de cabeça para baixo. Após um dia estranho, Meg chega a sua casa e vê sua mãe caída no chão da cozinha e sua irmão com um comportamento muito estranho. Apesar de estar bem e de dizer ter sido um pequeno "acidente", a mãe de Meg é levada ao hospital pelo marido e Meg fica com o irmão Ethan, que sempre fora tão amável e de repente apresenta um comportamento muito agressivo.
Robbie, então, aparece com sua garrafa de champagne e pronto para comemorar o aniversário de sua amiga, mas quando descobre o que está ocorrendo, parece muito preocupado  e decidi contar a verdade a Meg... A verdade, entretanto, é quase inacreditável.
Robbie conta sobre a Terra da Fadas, onde o verdadeiro irmãozinho - que fora raptado e substituído por um Changeling, que é a prole de um encantado que é colocado no lugar de uma criança humana - se encontra, um lugar cheio de seres encantados, como elfos, fadas, gnomos, duendes, ogros, sereias... Conta sobre sua verdadeira identidade: ele é Robbie Goodfellow, também muito conhecido por Puck, e trabalha para o Rei Oberon e Rainha Titania da Corte Seelie. O pequeno Ethan só poderia estar na Corte Unseelie, liderada pela cruel Rainha Mab, Senhora da Corte de Inverno, Rainha do Ar e da Escuridão.
E aí que a aventura começa! Meg está determinada a encontrar o irmãozinho e trazê-lo de volta para casa.

Eu comecei a ler sem grandes expectativas, e pela leitura das primeiras páginas achei que o livro seria "mais do mesmo". Eu nem tinha ideia do que realmente encontraria no livro, já que foram pouquíssimas as resenhas sobre ele que encontrei pelos blogs literários. Não esperava por algo tão mágico.
Os encantados deste livro me encantaram. Deixaram-me sem fôlego e apaixonada. Sem fôlego com tanta aventura, e apaixonada por cada personagem, especialmente o Príncipe da Corte de Inverno, Ash.

"Os dedos dele apertaram os meus e me puxaram para frente. Assustada e desequilibrada, levantei a cabeça para encará-lo, e foi quando ele me beijou." (p.282)

Apesar de Meg cometer umas burradas de vez em quando, e de me deixar muito apreensiva toda vez que fazia algum acordo ou promessa a um ser encantado (na Terra das Fadas promessas não são quebradas!), eu gostei dela por ser determinada e leal.
Puck também é um personagem incrível; divertido, matreiro, e sempre o protetor de Meg.
O livro é um conto de fada: uma menina que tinha um vida medíocre, descobre ser princesa em um mundo encantado, conhece um príncipe de uma Corte inimiga e eles se apaixonam... Acho que é por isto que este livro se tornou meu favorito. Eu não resisto a um conto de fada.
Entretanto, a história não se resume a isto. Acontece tanta, tanta coisa que mesmo que eu quisesse contar resumidamente, eu  não daria conta. Até a metade do livro eu não fazia a menor ideia do porquê do título do livro, e são tantas as reviravoltas na história que fica impossível de prever qualquer coisa.
Não vejo a hora de ter "A Filha de Ferro" em minhas mãos para devorar, como fiz com este! Sinto uma saudade enorme de cada personagem e me aventurei tanto na trama que se eu não tivesse uma pilha imensa de livros para ler, eu iria relê-lo.
Super recomendo!

Se você é fã de Shakespeare, deve ter reparado em um detalhe: alguns personagens são os mesmos de "Sonho de uma noite de verão". Oberon, Titania, Puck... Eu li esta história, mas faz tanto tempo, que não me recordo muito bem. Fiquei com vontade de reler qualquer dia desses.

Este livro faz parte de um trilogia chamada "Os encantados de ferro" (The Iron Fey):

01. O Rei do Ferro (The Iron King);
02. A Filha do Ferro (The Iron Daughter) - lançamento previsto para Julho de 2011;
03. The Iron Queen - sem tradução e previsão de lançamento no Brasil.

Literatura Estrangeira
Editora: Underworld
Publicado em: 2011 / 1ª Edição
Formato: Brochura
Número de páginas: 349
Categoria: Ficção/ Infantojuvenil
Idioma: Português
Nota: 5/5 ♥

quinta-feira, 5 de maio de 2011

"Em chamas" de Suzanne Collins


Esta resenha contém SPOILERS para quem não o primeiro livro da trilogia!  Se desejar, leia a resenha do primeiro livro "Jogos Vorazes" AQUI!


Sinopse: Depois da improvável e inusitada vitória de Katniss Everdeen e Peeta Mellark nos últimos Jogos Vorazes, algo parece ter mudado para sempre em Panem. Aqui e ali, distúrbios e agitações dão sinais de que uma revolta é iminente. Katniss e Peeta, representantes do paupérrimo Distrito 12, não apenas venceram os Jogos, mas ridicularizaram o governo e conseguiram fazer todos - incluindo o próprio Peeta - acreditarem que são um casal apaixonado. 
A confusão na cabeça de Katniss não é menor do que a das ruas. Em meio ao turbilhão, ela pensa cada vez mais em seu melhor amigo, o jovem caçador Gale, mas é obrigada a fingir que o romance com Peeta é real. Já o governo parece especialmente preocupado com a influência que os dois adolescentes vitoriosos - transformados em verdadeiros ídolos nacionais - podem ter na população. Por isso, existem planos especiais para mantê-los sob controle, mesmo que isso signifique forçá-los a lutar novamente.


Quando terminei de ler o primeiro livro da trilogia chamado "Jogos Vorazes" (The Hunger Games) tive aquela sensação desesperadora de ansiedade pelo próximo livro, e agora que finalmente pude ler a sequência "Em chamas" (Catching Fire) esta mesma sensação me assoma. Preciso desesperadamente do próximo e último livro "Mockingjay". Além, é claro, da terrível depressão pós-livro que sempre surge quando finalizo a leitura de uma obra que gosto demais!
Estes sentimentos vem à tona porque há vários elementos na obra que eu adoro: a narrativa de Suzanne Collins é envolvente - é fácil adentrar a história e esquecer completamente do mundo -, dá o tom certo de dramaticidade a trama e faz dos conflitos psicólogicos de Katniss muito verossímeis. Eu adoro o enrendo que traz uma bagagem crítica  à sociedade e adoro como podemos fazer um reflexão disto, afinal quem disse que não se pode mudar as regras do jogo? Quem disse que temos que simplesmente aceitar? Quem disse que não há outros caminhos e que não há esperança? Eu ainda não finalizei a trilogia, mas tenho esperanças por Panem. Em um gesto simples e corajoso, Katniss transforma Panem, dá esperança a população cansada, maltrada, ferida - de todas formas - dos distritos e cria, inconscientemente, uma rebelião. Sendo o seu tordo usado nos Jogos o símbolo desta revolução.
O desfecho do enrendo é eletrizante. Seu final é chocante e totalmente inesperado! E, como eu já disse, me deixou doente pela continuação!

"Só quero passar todos os minutos possíveis do resto da minha vida com você". Peeta (p. 258)

Por fim, há o romance. O triângulo amoroso que divide os leitores em "Team Peeta" e "Team Gale". Sou "Team Peeta" assumida! E devo dizer que ele, neste livro, está ainda mais e mais apaixonante. Eu realmente espero não me decepcionar no fim desta trilogia. E, se há algo que me irritou um pouco durante a leitura é a indecisão de Katniss. Também acreditei que conheceria melhor Gale, e não foi o que aconteceu.
Devo avisá-los que este segundo livro possui um ritmo diferente do primeiro. A obra que é dividida em três partes: "A fagulha", "O massacre" e "O inimigo", só terá ação após a terceira parte. Até lá, o ritmo é tanto morno quando comparado ao "Jogos Vorazes". Mas ainda assim, devorei o livro, não consegui largá-lo um minuto sequer - com exceção para cumprir certas obrigações da vida, tipo trabalhar, affff... - pois é simplesmente viciante! Esta trilogia faz parte dos meus favoritos e eu super recomendo!

" - Ninguém realmente precisa de mim - diz ele, e não há nenhuma autocomiseração na voz dele. (...) Percebo que apenas uma pessoa ficará irreversivelmente devastada pela morte de Peeta. Eu.
- Eu preciso - digo. - Eu preciso de você. (...) Então, antes que ele possa falar, paro os lábios dele com um beijo." (p. 373)

Literatura Estrangeira
Editora: Rocco
Publicado em: 2011 / 1ª Edição
Formato: Brochura
Número de páginas: 416
Categoria: Jovem Adulto / Ficção
Idioma: Português
Nota: 5/5

sábado, 15 de janeiro de 2011

"Buracos" de Louis Sachar

ATENÇÃO! Não deixem de ler a resenha por conta da capa e título do livro que não são - nem um pouco - atraentes!


"A culpa de tudo era do pilantra, imundo e nojento do ladrão de porcos do meu trisavô"

O trisavô de Stanley Yelnats IV, chamado Elya Yenats, aos quinze anos apaixonou-se perdidamente por uma belíssima garota de apenas quartoze anos chamada Myra Menke e com ela desejava se casar. Ao pedir a mão da menina, Elya descobre que há concorrência: o criador de porcos de 57 anos chamado Igor Barkov também procurara o pai de Myra e pedira sua mão em troca de seu porco mais gordo. Elya, entretanto, nada tinha a oferecer.
Porém Myra só teria permissão para se casar quando completasse quinze anos, o que seria dali a dois meses, e este era o tempo que Elya teria para conseguir algo melhor para ofecerer ao pai da garota.
Deseperado, ele vai procurar a sua amiga Madame Zeroni - uma velha egípcia que não tinha um dos pés - e esta lhe ofereceu o conselho de desistir de Myra que nada poderia oferecer a ele além da beleza; a menina era um "vaso vazio".  Mas o garoto se dizia apaixonado e ela então resolve ajudá-lo. Dá ao rapaz um filhote de porco e diz:

"- No alto do morro existe um córego cuja água corre morro acima. Você tem de levar o leitão todo o dia ao alto do morro e fazê-lo beber neste córego. Enquanto ele bebe você deve cantar para ele.
Ela ensinou a Elya a canção especial que ele deveria cantar para o porquinho.
- No dia dos quinze anos de Myra, você vai levar o leitão ao morro pela última vez. Depois leve-o diretamente para o pai de Myra. O leitão vai estar mais gordo do que qualquer porco de Igor. (...) Depois que der o porco ao pai de Myra quero que você faça algo para mim.
- Qualquer coisa - disse Elya.
- Quero que você me leve ao alto do morro. Vou beber daquela água e você vai cantar a canção para mim.
Ele promete que assim faria.
Madame Zeroni preveniu que, se não o fizesse, ele e seus descendentes seriam condenados por toda a eternidade". (pág. 31 e 32)

Quando Myra Menke completou quinze anos, Elya estava tão ansioso que não levou o porco ao alto do morro pela última vez antes de levá-lo ao pai dela. Quando chegou a casa da garota, Igor também se encontrava por lá com seu porco e quando os leitões foram pesados descobriram que os dois tinham o mesmo peso. Então coube a Myra escolher com quem iria se casar e ela não sabia quem escolher. Decepcionado pela dúvida da garota entre ele e velho de 57 anos criador de porcos, Elya sai da casa dela e parte direto para a América como tripulante em um navio e não cumpre a promessa com Madame Zeroni, amaldiçoando assim todas as gerações de sua família com a má sorte.

É claro que esta é apenas mais uma história, das muitas que são contadas na família de Stanley Yelnats, entretanto toda vez que algo dava errado - e isto acontecia com bastante frequência - a culpa era do ladrão de porcos do seu trisavô!
E, só poderia ser por culpa dele que Stanley foi parar na detenção juvenil por um crime que não cometeu. O lugar é chamado de Acampamento do Lago Verde, em uma cidade chamada Lago Verde que se exauriu assim como o lago que existiu há muitos anos naquele lugar. O lago secou, e não há nada lá além de quilômetros e quilômetros de terra deserta, seca e plana. E os garotos cumprem pena naquele lugar, cavando buracos para "formar o caráter". Será mesmo apenas este o motivo? Não estariam à procura de alguma coisa? Que história aquela antiga e abandonada cidade estaria escondendo e o que é que o que eles estavam procurando teria a ver com o ladrão de porcos do trisavô de Stanley?

Eu já conhecia a história deste livro por conta do filme "O mistério dos escavadores" que assisti há alguns anos e gostei. Só descobri o livro o ano passado através de um comentário feito no Filmow e não tive dúvida em adquirir a obra de Sachar mesmo que a capa fosse tão horrorosa e o título nada atrativo. Eu já sabia que a história era boa. E valeu a pena.
A trama é muito bem entrelaçada, nada no livro acontece sem um motivo. Porém o que eu mais gostei, foi esta ligação entre o passado - distante - com o presente, demonstrando como alguns atos podem ter consequências por anos a fio, e não estou falando da maldição, mas de vários detalhes da história que se encaixam.
Só fiquei com uma dúvida, uma perguntinha que talvez não tivesse nenhuma relevância, mas fiquei curiosa e ela não foi esclarecida.
Um livro fácil, de leitura gostosa e envolvente desde o início. Eu realmente gostei. E, para quem procura por uma história diferente, divertida e cheia de surpresas, eu recomendo!

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Resenha: "Percy Jackson e os Olimpianos - O ladrão de raios"


Eu sempre fui fascinada por mitologia grega, e deve ser por isso que eu amei tanto a série "Percy Jackson e os Olimpianos" de Rick Riordan, o autor da série criou um mundo fascinante onde existem criaturas da mitologia grega como minotauro, fúrias, satiros, centauros, e muito mais.
Primeiro volume da saga "Percy Jackson e os olimpianos: O ladrão de raios" esteve entre os primeiros lugares na lista das séries mais vendidas do The New York Times. O autor conjuga lendas da mitologia grega com aventuras no século XXI. Nelas, os deuses do Olimpo continuam vivos, ainda se apaixonam por mortais e geram filhos metade deuses, metade humanos, como os heróis da Grécia antiga. Marcados pelo destino, eles dificilmente passam da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade.
O garoto-problema Percy Jackson é um deles. Tem experiências estranhas em que deuses e monstros mitológicos parecem saltar das páginas dos livros direto para a sua vida. Pior que isso: algumas dessas criaturas estão bastante irritadas. Um artefato precioso foi roubado do Monte Olimpo e Percy é o principal suspeito. Para restaurar a paz, ele e seus amigos - jovens heróis modernos - terão de fazer mais do que capturar o verdadeiro ladrão: precisam elucidar uma traição mais ameaçadora que a fúria dos deuses.

Percy Jackson nunca desconfiou que fosse um meio-sangue até que ele é atacado por sua professora, que é uma fúria, uma criatura enviada por Hades deus do submundo com o objetivo de descobrir onde Percy escondeu o raio de Zeus, a partir desse momento a vida de Percy virou de cabeça para baixo, ele descobriu que seu professor de historia é um centauro que seu melhor amigo Grover é um satiro e se não bastasse ele é acusado de ter roubado o raio de Zeus. Percy é enviado ao acampamento meio sangue onde filhos de mortais com deuses são treinados e aprendem sobre mitologia grega.
Depois de aprender a lutar com espadas, arco e flechas, Percy, Anabeth (filha de Atenas) e Grover embarcam em uma grande aventura a fim de descobrir quem roubou o raio de Zeus.
Como todos os livros de Rick Riordan a leitura é fácil e divertida, tem 400 paginas, mas a leitura não é cansativa, a historia é fantástica cheia de aventuras, mistérios e além de a historia ser maravilhosa aprendemos um pouco mais da mitologia grega, enfim eu amei esse livro e mal posso esperar para ler o próximo livro "Mar de monstros".

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Resenha-O labirinto dos ossos


Essa semana eu li o primeiro livro da serie 39 clues chamado de o labirinto de ossos e posso dizer que amei esse primeiro livro,espero que o segundo “Uma nota errada” seja tão bom quanto o primeiro
Em o labirinto dos ossos escrito por Rick Riordan (o que escreveu a serie de livros Percy Jackson) conhecemos os irmaos orfaos Dan e Amy Cahill ,o livro começa ja com a morte da avó de Dan e Amy ,Grace Cahill ,e logo vem o enterro onde conhecemos o resto dos Cahill ,como os Kabras,Irina Sparks,Alistar Oh,a familia Holts,entre muitos outros.
Depois do funeral eles ficam sabendo que existem 39 pistas que apenas uma pessoa ou grupo podera achar e dominar o mundo ,assim as familia Cahill tem que decidir entre um cheque de 1 milhao de dolares ou embarcar em uma fascinante aventura pelas 39 pistas que leva ao dominio do mundo ,Dan e Amy aceitam procurar pelas 39 pistas e assim eles começam uma nova aventura,e começam a conhecer a familia tao poderosa que eles pertencem.
Em 39 clues nao existem criaturas magicas,sobrenaturais ou com poderes a unica coisa que os protagonistas contam é com a inteligencia,e sorte ,bastante sorte ,a serie é composta por 10 livros o 4 livro Alem do tumulo acabou de ser lançado.A series alem de uma otima historia foi eleita como best-seller pela New York times alem de ter rendido milhoes de examplares nos Estados Unidos , O primeiro livro já tem os direitos comprados pela empresa DreamWorks SKG, para que o diretor Steven Spielberg possa transformá-lo em filme,isso só significa uma coisa ,esse filme vai ser otimo,mais ainda não tem data de estreia ,por enquanto vamos ter que esperar e ler os próximos livros.
Para se ter uma idéia, cada livro é escrito por um autor diferente, pois Riordan queria um alto nível de conhecimento e realismo sobre os locais onde se passam a narrativa, então escolheu outros autores (que realmente estiveram presentes nesses locais) para dar continuidade à história, uma vez que ele não poderia fazê-lo.Achei a serie bastaste realista pois os locais sao reais e nos livros aparecem personagens historicos como Benjamin Franklin ,Mozard e muito mais ,ao longo do livros voce começa a tentar resolver os misterios junto com Amy e Dan ,a serie é realmente muito boa ,a unica coisa ruim em o labirinto de ossos é que nao é muito detalhado e nao ha nem um pouco de romance nesse primeiro livros ,mais tirando isso recomendo que leiam é um otimo livro tanto para adultos como para crianças.