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terça-feira, 5 de abril de 2011

TOP 10: Clássicos adaptados para o cinema!


Este meme foi criado pelo blog "The Broke and The Bookish" em que toda terça-feira é proposto um tema para a lista.
Aqui no blog esta postagem será quinzenal e postado nas terças-feiras. Como várias temas já foram criados pelo "The Broke and the Bookish" vou segui-los aleatoriamente.
Próxima quinzena: "TOP 10: Personagens que gostaria de ser"

01 Orgulho e Preconceito (2005)
Apesar de não ser uma adaptação totalmente fiel à obra de Jane Austen, foi através dele que descobri a autora. Além disso, gosto tanto, tanto que já perdi as contas de quantas milhares de vezes já assisti. É lindo!

02 Razão e Sensibilidade (1995)
Esta é uma adaptação mais fiel à, de novo, obra de Jane Austen. Ah, e eu adoro a Kate Winslet!

03 Adoráveis Mulheres
Ai, este filme é tão bonito. Sempre gostei muito da Jo, uma menina-moleque super criativa que sonha em ser escritora. São realmente adoráveis as mulheres deste filme! Vale a pena assistir! Quanto ao livro... Eu abandonei a leitura, confesso. Um dia eu retomo! rs.

04 O conde de Monte Cristo
Eu adoro ver e rever este filme! Muito bom!! Não sei dizer se é fiel à obra de Alexandre Dumas, pois não li ainda, mas acredito que tem, sim, algumas modificações. Vale a pena assistir!

05 Romeu e Julieta (1968)
Uma versão muito melhor do que a de 1996 - com Leonardo DiCaprio -, pois esta é fiel à obra de Shakespeare.

06 O jardim secreto
Quem não assistia a este filme na "Sessão da Tarde"? Eu nunca perdia. Acho tão lindo... Sou louca para ler o livro!

07 As crônicas de Nárnia
Sei que tem quem não goste, mas eu adorei. Muita modificações foram feitas, mas ainda assim eu gostei, especialmente do segundo filme "Príncipe Caspian". Fala sério, o Ben Barnes está uma graça neste filme, não acham??! =0)

08 Em algum lugar do passado
Ai, ai... Estes romances de época... Eu amo! Outro livro que eu gostaria muito de ler é este. O filme é belíssimo!

09 A princesinha
Outro clássico da "Sessão da Tarde" que nunca perdia. Adoro este filme e desejo muito ler o livro também!

10 Emma
Gwyneth Paltrow está uma excelente "Emma" na versão de 1996 baseado em mais uma obra de Jane Austen.



Não se esqueçam de comentar quais são as suas adaptações de clássicos para o cinema favoritas, ok?!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Cine & TV: "Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 1"


Não há o que eu possa dizer aqui que já não foi dito antes por alguém. O que não falta são comentários sobre o filme que é um sucesso de bilheterias no mundo todo. Um dos lançamentos mais esperados do ano!
E, quem sou eu afinal para falar de Harry Potter? Eu, que por tanto tempo julguei a obra sem conhecê-la, e pior, ridicularizava os fãs. Eu, que relutei por tantos anos e somente em novembro do ano retrasado (2008) é que dei uma chance a série e li os livros. Sim, eu me arrependo e sinto inveja de quem vive desta magia por anos e anos. Eu queria ter acompanhado os lançamentos de cada filme e livro; ter lido e relido cada obra, enquanto esperasse ansiosamente pelo próximo. Mas não vivi nada disto, ou melhor, vivi o que restou: os últimos filmes da série.
Contudo, valeu a lição: preconceito literário, nunca mais!

Eu ainda não tive a oportunidade de reler os livros, então ao assistir "Harry Potter e as relíquias da morte - Parte 1" sábado passado, pude revivificar os sentimentos que passaram por mim durante a leitura há dois anos atrás. E foi uma delícia reviver cada emoção: sentimentos densos; momentos sombrios; apreensão pelo bruxo fugitivo e seus fiéis amigos, mesmo sabendo como tudo terminará; e muitos risos e lágrimas.

Pode até ser que eu não seja uma verdadeira Pottermaníaca que cresceu com os personagens, e talvez uma verdadeira fã tenha assistido a esta adaptação cinematrográfica e tenha encontrado diversas falhas, ou talvez não; talvez tenha se sentido como eu: completamente absorvida pela mágica, pela fuga, pelo prazer que é VIVER Harry Potter. Eu realmente esperava que esta última produção (tanto a Parte 1 quanto a Parte 2) superasse minhas expectativas e neste ponto o filme não conteve falhas. Senti falta de algumas cenas e certos detalhes da história, mesmo sabendo que filme algum é 100% fiel a obra que foi baseada em todos os seus mínimos detalhes, ainda assim parece impossível não sair do cinema pensando que poderia acrescentado ou excluído esta ou outra cena ao filme.

Longe de Hogwarts e tendo toda a atenção da história focada no trio - Harry, Rony e Herminone - tudo parece mais tenso e conflitante: Onde encontrar as Horcruxes? Como destruí-las? São estas as principais questões que eles têm que solucionar, enquanto se escondem de todos, pois parece que não podem confiar em ninguém. Além de lidar as frustações de estar longe de casa e da família, serem altamente procurados pelos comensais da morte, e sem saber que rumo tomar.
Para mim, o Rony foi o destaque do filme, sempre divertido - e com a ótima atuação de Rupert Grint -, ele me fez dar boas risadas em um clima tão denso e sombrio que a história carrega. Há também lindas paisagens e muita comoção, e eu saí daquela sala lotada do cinema e cheguei a minha casa com aquela vontade louca de reler todos os livros e com aquela sensação de tristeza por saber que já está chegando ao final. E eu quero mais! E, Harry Potter, é uma dessas histórias que jamais deveriam ter um fim...


 Com certeza, este é um filme que completo tem tudo para ser ÉPICO!

domingo, 31 de outubro de 2010

Diferenças entre o livro e a série: “The Vampire Diaries”.





Como muito de vocês já ouviram falar a série “The Vampire diaries” é bastante diferente do livro escrito pela autora America Lisa Jane Smith, aqui vão algumas diferenças entre o livro e a série:
1. A primeira diferença significativa foi a cor do cabelo, e dos olhos da personagem principal, no livro Elena tem cabelos loiros e seus olhos são azuis como lápis lazuli, já na serie Elena é morena e seus olhos castanhos.
2. A melhor amiga de Elena nos livros, Meredith Sulez, é uma grande personagem na história, mas ela não está na série. Também temos Bonnie McCullough, que está nos livros, é uma magrinha e ruiva. Na série, seu nome é Bonnie Bennett e ela é uma africana americana. Em ambos, Bonnie tem poderes mágicos, mas nos livros ela é descendente de Druidas, na série é descendente das bruxas de Salem.
3. Em ambos Elena mora com a tia, mas a diferença é no nome, enquanto na série a Tia se chama Jenna, nos livros a Tia de Elena se chama Judith . Outra mudança foi que Elena tinha uma irmã de 3 anos chamada Margareth enquanto na série ela tem um irmão adolescente chamado Jeremy.
4. Matt, ex-namorado de Elena, teve uma mudança também. Seu sobrenome mudou de Honeycutt (dos livros) para Donovan (na série). No livro, Vickie não é sua irmã. Mas o sobrenome de Matt não foi o único que mudou. O sobrenome de Tyler também muda, e passa a ser Lockwood, enquanto nos livros é Smallwood.
5. Na serie Stefan não bebe sangue humano apenas de animais , já nos livros Stefan bebe o sangue de Elena muitas vezes.
6. Na serie Stefan conta a Elena que ela é adotada, e é descendente de Katherine , por isso a semelhança, já nos livros não é explicado o porque dá semelhança entre Katherine e Elena.
7. No livro e na série a cidade é uma pequena cidade na Virginia descoberta depois da Guerra Civil. Mas, na série, chamamos a cidade de Mystic Falls, enquanto no livro é chamada de Fell’s Church. A série traça um aspecto com a Fell’s Church, mas é apenas uma estrutura no cemitério.
8. No livro Caroline não é muito legal, aprontou muita coisa para Elena e Stefan, já na serie Caroline é amiga de Elena e de Bonnie.

sábado, 23 de outubro de 2010

Cine & TV: "Brilho de uma paixão"

O filme "Brilho de uma paixão" ("Bright Star") conta a história de amor entre o poeta John Keats e Fanny Brawne:

"Em 1818, o irmão do jovem poeta John Keats adoece e a vizinha Fanny Browne oferece seus cuidados. Encantado, John se aproxima da moça com o pretexto de ensiná-la poesia. Os dois pertecem a mundos totalmente distintos, mas isso não impede que se apaixonem. E no momento em que a mãe de Fanny e o melhor amiigo de John descobrem o caso, já é tarde demais para tentarem desaconselhá-los. O casal mergulha num romance obsessivo, no qual a paixão é tão forte quanto as turbulências."
(sinopse da capa do filme)




Terminei de assistir a este filme com muitas lágrimas nos olhos e muita, muita vontade de ler as poesias de John Keats. Um amor tão intenso e tão cheios de obstáculos só poderia inspirar maravilhosos poemas.
Com uma fotografia linda, trilha sonora minimalista porém expressiva, e um drama tão fácil de ser vivido pelo telespectador, eu me arrisco a dizer que meu primeiro contato com a cineasta Jane Campion (de "O pianista") foi uma experiência belíssima. Os personagens transmitem a paixão e dor de tal forma que foi difícil para mim me desprender da história. Porém estes sentimentos intensos dos protagonistas vão crescendo com o tempo e as dificuldades.
Mesmo com todos estes elogios, não posso deixar de dizer que fiquei com certas dúvidas sobre pequenos detalhes da história. Por isso, pretendo em breve - e assim que possível - assisti-lo de novo, talvez eu estivesse tão envolvida na paixão obsessiva e melodramática dos protagonistas que tenha deixado estes detalhes esvaecidos ou talvez o roteiro realmente possua pequenas falhas.
Provavelmente, para quem não está acostumado com um filme de ritmo mais lento, ache este um tanto monótono - especialmente ao inicío -, entretanto para quem gosta de romances de época e muita poesia, não pode deixar de assistir.
Há diversas críticas nada positivas sobre o filme, inclusive sobre o fato de esta cinebiografia não ser tão fiel a verdadeira história de John Keats - que confesso desconhecer -, omitindo alguns detalhes.
Mas acho vale a pena assistir a este filme, mesmo que só para conhecer as belas poesias de John Keats.

Para finalizar deixarei um trecho de uma de suas poesias, chamada "A bela dama sem piedade":



terça-feira, 13 de julho de 2010

Cine & TV - Especial Robert Pattinson

Ok, vamos esclarecer uma coisa antes de tudo: eu NÃO sou uma fã louca por Robert Pattinson. Aliás, não há ator algum que me leve ao "delírio". Eu adoro cinema, mas não a tal ponto. Tenho lá minhas preferências por um ou outro ator, mas - desculpem-me as fãs - Rob, para mim, não chega aos pés de atores como Johnny Depp e Orlando Bloom *suspiros*! Este especial "Robert Pattinson" trata-se do fato de eu ter assistido a dois filmes do ator ontem do qual quero comentar por aqui, e do fato de que há um filme para ser lançado que está na minha lista do "Quero ver!" rs.
Vou falar destes três filmes de uma vez, mas antes vou deixar aqui uma pequena biografia do ator tirada do site FILMOW.


Data de Nascimento: 13 de Maio de 1986 (24 anos)
Local de Nascimento: Londres, Inglaterra  (não sabia que ele é Inglês! dããrr... rs. Ganhou um pontinho por isto! rsrs)
Biografia
Robert Thomas Pattinson é um ator, modelo e músico britânico, mais conhecido por interpretar Cedric Diggory em Harry Potter e o Cálice de Fogo, o quarto filme da série inspirada nos livros de J. K. Rowling, e Edward Cullen nos filmes da série Crepúsculo, adaptados dos romances de Stephenie Meyer. Também atuou em Remember Me, onde foi produtor executivo, e estará no elenco de Unbound Captives.
Robert Pattinson nasceu em Londres, Inglaterra, filho de Clare e Richard Pattinson. Robert tem duas irmãs mais velhas, Elizabeth "Lizzy" Pattinson, que é uma cantora, e Victoria Pattinson. Ele frequentou o Tower House School, exclusivo para meninos, e o Harrodian School e suas primeiras atuações no teatro foram com 15 anos, quando se matriculou na Barnes Theatre Company, atuando em peças como Macbeth e Guys and Dolls.

Filme: "Lembranças"
Sinopse: Tyler Roth e Ally Craig (Robert Pattinson e Emilie de Ravin), não têm nada em comum um com o outro, a não ser a dor de terem perdido seus entes queridos de forma trágica. Tyler é um rapaz que tenta salvar o casamento de seus pais (Pierce Brosnan e Lena Olin) após o suicídio do irmão desmoronar a família. Ally testemunha o assassinato da própria mãe. Juntos, viverão uma história de amor.
Duração: 120 minutos
 
Vou começar elogiando esta imagem da capa: Eu achei linda! Ponto.
Agora sobre o filme... Bem, eu me interessei por ele depois que uma amiga - de infância - me indicou. Se não fosse por isto, provavelmente eu nem teria me dado o trabalho de alugá-lo.
Sabe aquele filme que termina e aí você ainda passa o dia todo pensando nele? Bem, para mim, este foi o caso. Este não é um daqueles filmes previsíveis que nos primeiros minutos você já sabe o final - a não ser que você já tenha lido algum spoiler por aí, por que se alguém me disser que já sabia o final sem ler spoiler, eu não vou acreditar! E para quem ficou curioso, eu imploro: não vá procurar spoilers para saber do que eu estou falando, assista ao filme!
Há um ou outro clichê na história, mas de um modo geral eu gostei do roteiro e das atuações (claro, que estou dizendo como uma leiga e apenas uma mera admiradora da sétima arte).
Resumindo, é um baita de um drama com um romance fofo e um final imprevisível. Um filme que eu gostei muito, e sim, eu chorei - para variar! rs.


 
Filme: "Eclipse"
Sinopse: Enquanto Seattle é devastada por uma sequência de mortes misteriosas, um malicioso vampiro continua a sua busca por vingança. Bella novamente se encontra rodeada por perigo.
Em meio a tudo isso, ela é forçada a escolher entre seu amor por Edward e sua amizade com Jacob – sabendo que sua decisão tem o potencial para inflamar a luta entre vampiros e lobisomens. Com sua graduação aproximando rapidamente, Bella tem mais uma decisão para fazer: vida ou morte.
Duração: 124 minutos

Eu fui com uma amiga - não a mesma que me indicou o filme acima - assistir a este filme, e era a terceira vez que ela estava assistindo. Você deve estar pensando que a minha amiga tem uns quinze anos e é louca pela saga, certo? Mas não. Ela tem trinta e pouco anos e acabou de descobrir a magia de "Crepúsculo". E, como muitas mulheres, está suspirando por Edward... rs. Não esperem de mim críticas para este filme. Eu vi, sim, muitas falhas e teria o que criticar se eu quisesse, mas não quero. Sabe por quê? Por que não me importo com elas. Eu amo "Crepúsculo" e ponto. Podem falar o que quiserem... E haja crítica! "Stephenie plagiou"; "Edward é um corno virgem", e muitos outros blábláblá que já ouvi por aí... E nada disso me interessa, cansei. É pura #dordecotovelo! Fato. Pronto, falei. Não importa o que digam, eu amo a série. Edward é, sim, meu sonho de consumo (mas, preste atenção: Edward, o persongem; e não Robert o ator!), assim como para milhares de outras meninas ou mulheres já feitas, casadas e que acompanham suas filhas e suspiram por amor assim: tão longe de ser real, mas que - quase - todas desejam ardentemente.
Se o livro é melhor que o filme? Bem, todos sabem que sim. Mas para quem gosta da série, não deixe de assistir a este filme e suspirar; e principalmente sonhar. Por que a vida seria bem chata não pudessemos sonhar um pouquinho, mesmo que por algumas horinhas apenas, antes de voltarmos a rotina.


Filme: Bel-Ami
Baseado no obra de Guy de Maupassant, "Bel-Ami", Georges Duroy - rapaz pobre, de origem camponesa, que procura a fortuna a e afirmação social em Paris. As mulheres o chamam de Bel-Ami, e ele consegue delas o que deseja: de algumas, o prazer efêmero; de outras, pelo casamento, a projeção financeira e profissional. Assim, Guy de Maupassant traça um painel sutil e mordaz da sociedade parisiense no final do século XIX.

O filme está prevista apenas para Outubro de 2011! Mas já vou adiantando que eu não vou perder! Eu não posso negar que este é exatamente o tipo de filme que eu gosto. Claro, antes de assistir, vou ler o livro e comentar por aqui!

terça-feira, 8 de junho de 2010

Cine & TV #2 - Especial "The Vampire Diaries"


Sinopse Oficial: Quatro meses depois de um trágico acidente de carro que matou seus pais, Elena Gilbert (17 anos) e seu irmão, Jeremy (15), ainda estão tentando lidar com a dor e seguir suas vidas. Elena sempre foi uma estudante ‘famosa’, bonita, popular e sempre envolvida com seus amigos e a escola; mas agora ela luta para esconder sua tristeza. Como o ano letivo começa, Elena e suas amigas são fascinadas por uma aluno novo – bonito e misterioso -, Stefan Salvatore. Stefan e Elena são atraídos um para o outro de imediato, e ela não sabe sobre os séculos de idade do garoto, de sua luta para viver pacificamente entre os humanos, enquanto seu irmão, Damon, é a personificação do vampiro bruto e violento. Agora, estes dois irmãos vampiros – um bom e um mal – estão em guerra pela alma de Elena e pelas almas dos amigos e familiares dela, além de todos os moradores da pequena cidade de Mystic Falls, Virgínia.

Quando a série foi lançada pela Warner Channel, eu não dava um centavo por ela. Pensei: "putz, ainda este papo de vampiro piegas, ninguém merece!". Sério que pensei assim. E, aqui estou eu, ainda viciada nessas histórias de amor vampiríscas, e loucamente apaixonada pela série que não traz só romance, como também muito suspense, ação, drama e - graças a Damon - um toque de humor e sarcasmo. Ah, e muito sangue! rs. Eu fico tão, tão envolvida na história desse triângulo amoroso cheia de reviravoltas e surpresas que mal consigo parar de roer as unhas!
Ah, e claro que devo acrescentar que tenho, sim, uma preferência por Damon! O "bad vampire" da história é extremamente sexy e, no fundo, não é tão malvado quanto realmente tenta aparentar. Isto é ponto bem interessante na história, que no início parece bem claro quem é o irmão bonzinho e quem é o irmão malvado, mas chegando mais ao fim dos episódios da temporada fica perceptível que o mau não é tão mau assim, e o bom também possui o seu lado sombrio e sedento de sangue!
Além dos vampiros, a série mistura bruxaria e, pelo o que eu ouvi dizer, na próxima temporada também contará com a presença de lobos na história. Uma mistura bem legal que só apimenta cada vez mais os episódios!


Confira o trailer:



Conheças alguns dos personagens da série de TV:

Elena Gilbert
Ela é apaixonante, bela e gentil. Uma menina de 17 anos que já foi popular na escola, mas após uma tragédia ela mudou: seus pais foram mortos em um acidente de carro quatro meses antes. Ela agora vive com seu irmão mais novo Jeremy e sua Tia Jenna. A maior parte do tempo, Elena tenta apenas curtir o dia com a ajuda de suas amigas Bonnie e Caroline e com seu ex-namorado Matt, que ela conhece desde criança. A vida de Elena muda com a chegada de Stefan, um misterioso e educado aluno novo cujo passado e identidade estão envoltos em um mistério.

Stefan Salvatore
O “gloriosamente, espantosamente, épico, belo jovem, elegante”, ele parece ter 17 ou 18, mas ele é realmente um vampiro de 150 anos que tem vindo a Mystic Falls em busca de Elena. Stefan é educado e reservado, mas fácil de conversar, e intensamente voam faíscas entre ele e Elena, que compartilham a experiência de ter perdido os seus pais.

Damon Salvatore
É o irmão de Stefan. Um homem misteriosamente bonito, forte e encantador, além de ser um vampiro que passa do casual para a brutalidade em apenas alguns segundos. O interesse de Damon em Elena irrita Stefan. Apesar dele odiar cidadelas e as considerar inúteis, é claro que ele chegou a cidade para causar o mal. Diferente de seu irmão, Damon não tem problemas em matar humanos.

Jeremy Gilbert
Tem 15 anos e é o irmão problemático de Elena. No verão, começou a se envolver com uma garota mais velha, Vicki, e gostaria de continuar com sua relação agora que retornaram as aulas, mas ela o ignora na frente de seu namorado, Tyler. No entanto, ela continua comprando drogas para ele. Jeremy fuma muita maconha, além de beber muito afim de superar a morte de seus pais quatro meses atrás.

Bonnie Bennett
Tem 17 anos, é adorável, leal e melhor amiga de Elena. Bonnie possui algumas habilidades psiquícas e sente que Stefan é perigoso. Ela também tem uma visão que a morte está seguindo Elena. Descobre posteriormente que é uma bruxa.

Caroline Forbes
Caroline Truitt Forbes – Tem 17 anos e é a típica rainha da popularidade, além de ser amiga/rival de Elena. Apesar de gostar muito de Elena, Caroline sente ciúmes de sua relação com Stefan. Quando Caroline dá em cima do vampiro em uma festa, ele a humilha e a rejeita.

Matt Donovan
Tem 17 anos, é muito bonito e é irmão de Vicki. Ele conhece Elena desde pequeno e era seu namorado. Entretanto, ele fica preocupado quando o garoto novo, Stefan, começa a dar em cima de sua garota.Ele queria que eles voltassem, mas sabe que ela precisa de um tempo após a morte de seus pais e ele está dando um espaço e tempo.


E, agora confira algumas das músicas que - eu adooroo - fazem parte da trilha sonora da série!





MusicPlaylist
Music Playlist at MixPod.com
 

Sobre os livros:

Diários do vampiro 1 - O despertar

Sinopse: Irmãos e inimigos mortais, Damon e Stefan Salvatore são assombrados por um passado trágico. Vivendo nas sombras desde a Renascença italiana, eles estão condenados a uma vida solitária: são vampiros. Séculos mais tarde, o destino parece levá-los a percorrer o mesmo caminho que um dia os conduziu àquela vida amaldiçoada e eterna.

Em Fell´s Church, na Virgínia, Stefan conhece Elena Gilbert, uma adolescente bela e popular. No encalço de Stefan, Damon procura vingança, e logo Elena se verá divida entre os dois irmãos - e entre o amor e o perigo.
O Despertar é o primeiro volume da série best seller Diários do vampiro, de L. J. Smith.

Diários do vampiro 2 - O confronto

Sinopse: Segundo volume da série que já conquistou milhares de leitores no Brasil. Elena está apaixonada e tem certeza de que Stefan é um amor para a eternidade. Mas a cada vez que Damon se aproxima, fica evidente um vínculo profundo entre os dois. Determinado a conquistar Elena, Damon se infiltra no cotidiano de Fells Church. Ameaçado pelo irmão, Stefan não suporta a ideia de perder Elena - e está disposto a arriscar tudo e ir contra seus próprios princípios para protegê-la.

Diários do vampiro 3 - A fúria

Sinopse: Ela foi avisada: amar um vampiro é perigoso demais. Mas o destino de Elena, apesar de assustador, atende aos seus desejos. Ao lado de Damon, ela terá que reaprender tudo enquanto um Outro Poder misterioso e sedutor a perturba e atrai. Damon agora tem sua escolhida ao seu lado. Sua busca por vingança terminou? Uma força sombria e terrível renasce para força-lo a fazer uma escolha. Quando o passado se impõe entre os três, ameçando destruir o que sua amada mais preza, chega a hora de se unir e esquecer as diferenças.

Diários do vampiro 4 - Reunião Sombria

Sinopse: Em REUNIÃO SOMBRIA, quarto livro da série, Elena flutua em um misterioso limbo espiritual após se sacrificar para derrotar Katherine e salvar Stefan. Sua morte cobre Fell's Church de tristeza e desalento, mas é preciso seguir em frente. Bonnie, a melhor amiga, decide guardar o diário de Elena e ali registra os lentos sinais de recuperação da cidade, acompanhada de perto por Meredith e Matt. Mas sonhos perturbadores com a amiga morta estão prestes a mudar tudo... Pelos sonhos, Elena se comunica com Bonnie e avisa de um novo perigo a rondar a cidade. E só uma pessoa pode ajudá-los: Stefan. Mas o vampiro está desolado com a morte de Elena e tentando cumprir a promessa de permanecer ao lado de Damon. Os dois vagam sem rumo, sob a cruz de sua sina: a sede de sangue. Será que ele irá atender ao chamado inesperado que o colocará novamente no caminho de Elena - e daqueles que ela ama?

Eu estou lendo o primeiro livro ainda, quando terminá-lo postarei uma resenha. Só o que posso dizer é o que, com certeza, muita gente já ouviu ou leu por aí: a série de tv é bem melhor que o livro.

sábado, 22 de maio de 2010

Cine & TV #1 - "Romeu e Julieta"

Quinzenalmente, o blog falará sobre CINEMA! Percebi que quase não tenho postado sobre as adaptações cinematográficas que são - ou foram - lançadas baseadas em livros - alguns livros famosos e outros não. Infelizmente, por falta de tempo, às vezes preguiça, ou até por falta de dinheiro mesmo, não é sempre que vou ao cinema e por isso não será necessariamente este post sempre os lançamentos. Afinal, há inúmeros filmes que já que são adaptados de um livro. Aliás, o que não falta são adaptações no mundo da sétima arte! E, para começar escolhi uma história clássica - o clássico dos clássicos - da literatura e que possui inúmeras adaptações para cinema, televisão e teatro.
Esta semana ( na quinta-feira) resolvi assistir a um filme que há muito tempo estava à minha espera: "Romeu e Julieta" versão de 1968, uma das mais elogiadas adaptações cinematográfica do livro clássico de William Shakespeare. Todo o filme é extramente fiel ao livro, desde suas falas até seus cenários e vestuários condizentes à época, e sua atuação tão teatral; os atores são lindos (fiquei apaixonada pelo Romeu!), resumindo eu amei o filme - ao contrário da versão de 1996 com o Leonardo DiCaprio que não me agradou muito na época que assisti.

Ao invés de escrever a sinopse da história - que todo mundo conhece - vou colocar aqui um comentário tirado do site sobre cinema CINEPLAYERS:

"Em 1968, o diretor Franco Zeffireli surpreendeu o mundo do cinema ao escalar dois jovens desconhecidos para interpretarem os protagonistas de seu próximo filme, Romeu e Julieta. De fato, foi uma jogada de risco do diretor, pois escolher atores novatos para protagonizarem tal história, era algo diferente. Porém, no fim, foi uma tacada de mestre, pois tal filme se tornou um dos maiores clássicos do gênero e se tornou antológico por contar essa história já bastante conhecida de forma teatral, seguindo à risca a peça original de William Shakespeare.
É provável que todos já tenham ouvido falar na história desses dois jovens que se apaixonam à primeira vista, porém, essa paixão é proibida, já que são de famílias inimigas: Romeu pertence à família dos Montecchio e Julieta à família dos Capuleto. Declarada a inimizade entre essas duas famílias, os dois tentam de todas as maneiras ficarem juntos, o que ocasionará num final trágico à história de amor deles.
Definitivamente, a peça escrita por William Shakespeare era conhecida naquela época pela maioria das pessoas, porém, Franco Zeffireli não se importou com tal situação, e quis contar a história através de seu ponto de vista, apesar de seguir à rica a peça original. A sua direção transmite amor a cada quadro filmado, o mesmo, nos conta a história fazendo a platéia entrar no filme, se apaixonar por ambos e, mesmo com todos sabendo o final, se emocionar com o fim trágico do casal. Essa, de fato, é a maior qualidade da obra, fazer o público entrar e se emocionar com a história.
Apesar de novatos, os atores Olivia Hussey e Leonard Whiting encarnam de forma apaixonante os personagens título do filme. O amor entre Romeu e Julieta se torna tão real e tão verdadeiro com eles na tela, que chega a tocar cada um dos espectadores, até os supostos mais ‘’durões’’. O restante do elenco, unido à espetacular direção de Zeffireli, se torna magnífico ao encarnarem seus personagens, independente das situações, sejam elas dramáticas, ou que utilizam alguma ação (como os duelos de espada).
Um aspecto que salta aos olhos durante cada minuto do filme, são seus grandiosos e lindíssimos cenários, que nos transmitem à época que a história se passa, além disso, a obra possui um vestuário completo, onde cada peça de roupa é detalhada e diferente. E é claro, não se pode esquecer na maravilhosa trilha sonora de Nino Rota, principalmente o tema de Romeu e Julieta que é simplesmente indescritível, por tamanha beleza e sentimento.
Portanto, essa história, que celebra o amor em meio ao ódio, munida de uma direção irretocável de Franco Zeffireli, um elenco extremamente competente e uma parte técnica magistral, caracterizam-no como um dos grandes clássicos do cinema do gênero, que sobrevive até hoje graças à sua força sentimental, que irá emocionar a todos durante muitos e muito e muitos anos. "
Por Vinicius Bandeira de Mello Coelho Dias 

Não preciso dizer que concordo plenamente com a opinião de Vinicius e foi por este motivo que postei esta resenha, para os fãs - ou para quem não conhece - desta magnífica obra de Shakespeare eis a dica de um excelente filme!

Não importa quantas vezes eu leia, assista ou ouça esta história, jamais cansa! Amo!

sexta-feira, 12 de março de 2010

"A pequena Dorrit" de Charles Dickens e Lançamentos da BBC!



Sipnose: Um livro relativamente desconhecido de Charles Dickens: Little Dorrit, ou "A Pequena Dorrit", que de pequena não tem nada, já que se trata de uma obra de mais de mil páginas, embora tenha sido escrito entre 1855 e 1857, seu tema central continua atualíssimo: Amy Dorrit é a filha caçula do presidiário William Dorrit, encarcerado na prisão de devedores de Marshalsea há mais de 20 anos. Note-se que na época de Dickens era este o destino de qualquer homem que não tivesse meio de saldar suas dívidas, tendo o próprio pai do autor passado por uma experiência similar na mesma prisão. Apesar de nascida e criada na prisão, Amy é, paradoxalmente, uma pessoa internamente livre, por não ser apegada ao excesso de materialismo que escravizam seu pai, o irmão jogador e a irmã mais velha, uma dançarina de cabaré vulgar e fútil. A pequena Dorrit divide o pouco que ganha em seu trabalho de costureira com o pai e amigos, e desenvolve ao longo dos episódios uma fiel amizade com o filho de sua patroa, Arthur Clennam, um homem generoso que se revolta com as injustiças sociais a sua volta e vê em Amy um exemplo de coragem e determinação. Graças a uma complexa rede de intrigas por onde transitam vários personagens secundários tipicamente "Dickensianos", os prováveis destinos de Amy e Arthur vão se invertendo de modo surpreendente.

(Por Emilia Ferraz, Blog Bolsa de Mulher)

É uma pena ser tão difícil de encontrar o livro, e quando o encontramos, ser uma adaptação e não uma tradução completa da obra de mais de mil páginas (a maior adaptação que encontrei não chegava a trezentas!). Considero essa mutilação uma depreciação a uma obra de um autor tão renomado. E, só restam as seguintes opções: me contentar com o que tenho, esperar pela boa vontade de alguma editora, ou aperfeiçoar meu inglês, apesar de ser tão mais gostoso poder ler na nossa língua tão bela...
Mesmo assim, eu recomendo a leitura da adaptação para quem não conhece a história, e que por ser curta dá pra ler em apenas um dia. Só por ser Charles Dickens, já vale a pena!
Ah, e se vocês acham que eu não encararia mais de mil páginas de Dickens, estão enganados! Seria um prazer! rs.

Quem quiser o e-book para conferir:


Há também a belíssima adaptação da BBC - com o nosso lindo Mathew McFadyen (Mr. Darcy da versão de 2006 de Joe Wright) que faz o personagem  o Mr. Arthur Clennam e está apaixonante!



Quem quiser baixar a série é só entrar na comunidade do orkut: Little Dorrit.

A boa notícia é que algumas séries da BBC estão sendo lançadas no Brasil pela Log on Editora Multimidia .

Já está a venda a adaptação do clássico de Jane Austen, "Emma":





Emma é a história de uma jovem tão empenhada em arranjar o amor para os outros que não conseguia ver o que se passava diante de seus próprios olhos. Linda, inteligente e rica, Emma Woodhouse gasta seu tempo bancando o cupido, mas se dá conta de que as pessoas não são como ela imaginava e se vê forçada a amadurecer. Uma das produções mais esperadas da BBC em 2009, Emma reúne um elenco estelar com Jonny Lee Miller (Trainspotting, Byron), Michael Gambon (Cranford, Gosford Park) e Romola Garai (Atonement), em uma montagem primorosa da obra de Jane Austen.


 
 
 E está em pré-venda o clássico de Dickens, "Oliver Twist":
 




Uma noite fria de um inclemente inverno inglês foi o ambiente no qual Charles Dickens deu vida a Oliver Twist, menino pobre que é tirado do caminho do crime por um gesto de bondade. Essa poderosa montagem da BBC de um dos maiores clássicos da literatura inglesa conta a história do órfão que sofre as agruras da Inglaterra Pré-Vitoriana e luta contra uma sociedade que não lhe dá chances. Com roteiro de Sarah Phelps, da Royal Shakespeare Company, Oliver Twist dá um toque contemporâneo a um texto clássico sem deixar de ser fiel a ele. Indicado para três prêmios no BAFTA Awards, a produção é um marco da TV britânica em seu gênero.
 
 
Os DVDs já são encontrados na Livraria Saraiva.com .

domingo, 7 de março de 2010

Um olhar do paraíso

Livro: Uma vida interrompida - Memórias de um anjo assassinado, Alice Sebold

Sinopse

A história de Susie Salmon, quando começa a se desvelar na sua frente, faz os compromissos, assim como os amigos, a família, a fome, o sono e até o celular tocando, parecerem bem pouco interessantes e menos urgentes. Os ossos do título em inglês (The Lovely Bones) não são os restos de Susie, a menininha que conta a história depois de morta. São a estrutura sobre a qual a vida é construída. Outra audácia é a de colocar Susie Salmon no céu. Sim, é para cima que vai nossa protagonista. E é para baixo que ela olha, com olhos atentos, enquanto conta a história de sua família , agora traumatizada, de como seu assassino planeja os detalhes minuciosamente para não ser descoberto, de como a polícia não tem nenhuma pista sobre como chegar a ele. A partir daí ela conta que, por estar inconformada com sua morte precoce, e um tanto entediada com a vida no Céu, decidiu acompanhar como sua família, amigos e o próprio assassino continuaram suas vidas após a tragédia.
 
Alguém leu este livro? Eu não li ainda. Mas assisti ao filme baseado  na obra e vim falar um pouco sobre ele aqui.  Não sei se eu esperava tanto deste filme que me decepcionei um pouco ou se o filme realmente deixa a desejar. A história é ótima - tanto que fiquei com vontade de ler o livro! - apesar de trágica, ainda assim saí do cinema com uma sensação de que 'poderia ser melhor'. Os efeitos especiais do filme para recriar o 'mundo' da menina após a morte foram muito bem produzidos, mas não me conveceram; essas cenas do filme lembram bastante o filme "Amor além da vida" - que é um dos meus favoritos! -, mas neste filme parece forçado e nada original. Além disso, parece que houve grande preocupação com os efeitos do filme e pouca com o roteiro, deixando muitos atores bons em papéis coadjuvantes pouco desenvolvidos.
Outra questão é que eu realmente não sei que gênero definir o filme. É drama que tenta ser engraçado, é suspense - que me deixou realmente tensa em muitos momentos-, é romance...
Ah, e o filme não termina como a gente imagina, o que eu não sei é bom ou ruim. Assistam e entenderão o que eu quero dizer.
Mas, falando dos pontos positivos, a atuação de Saoirse Ronan - atriz de "Desejo e Reparação" - estava ótima, teve algumas cenas que eu quase enfartei de nervoso no cinema, em outras eu chorei, e como eu disse a história de um modo geral é interessante.
 
Nota: 3/5
 
Após ser brutalmente estuprada e assassinada, menina assiste aos efeitos de sua morte se abaterem sobre sua família: enquanto sua irmã começa a se tornar a mulher que ela nunca será, seu pai fica obcecado com a ideia de vingança.
 
Duração: 135 min.
Titulo original: (The Lovely Bones)
Lançamento: 2009 (Nova Zelândia) (Reino Unido) (EUA)
Direção: Peter Jackson
Atores: Saoirse Ronan , Mark Wahlberg , Rachel Weisz , Susan Sarandon , Stanley Tucci
Gênero: Drama

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Filme "Sherlock Holmes" de Guy Ritchie

Fui ontem ao cinema e eis a minha opinião sobre o filme:



Para variar, a adaptação de Sherlock Holmes está à La Hollywoodiana, cheia de clichês, um Sherlock evidentemente ‘apaixonado’, emocionalmente instável, que muito utiliza sua força bruta – condições que não condizem ao personagem de Sir Arthur Conan Doyle. Não sou ‘expert’ quando o assunto é este famoso detetive e seu companheiro Dr. Watson, afinal tenho apenas no meu ‘currículo’ duas obras e um conto lidos do Sir Arthur Conan Doyle sobre o mestre detetive. Segundo minhas pesquisas o filme não foi baseado em nenhuma obra específica - o que há é uma ou outra referência a um ou outro conto -, mas qualquer um que leia uma história de Sherlock Holmes notará como o personagem se encontra deturpado no filme de Guy Ritchie. O que, confesso, não me incomodou tanto já que Robert Downey Jr fez um excelente trabalho como protagonista.

Apesar de tudo, o filme tem seus pontos fortes para quem não assistir fazendo comparações: os atores estão ótimos em minha opinião - tanto Jude Law como Dr. Wason quanto Robert Downey Jr. como Sherlock Holmes - este último com um tom cômico que dá ao filme um toque hilariante. Quem gosta de ação também vai gostar, pois o que não falta é uma boa briga - porém com cenas de lutas em câmera lenta, utilizadas para demonstrar o raciocínio de Sherlock, que seriam desnecessárias com um bom roteiro e que são um tanto grotescas -, além dos planos mirabolantes do herói para capturar seu assassino que no caso do filme não é nenhuma surpresa, todos sabem desde o início quem é. Um excelente trabalho foi feito para caracterizar a época, com cenário e figurino, além da impecável trilha sonora de Hans Zimmer. O filme, em si, teria tudo para ser perfeito senão o detalhe da trama batida que parece longe de estar à altura de mais famoso detetive da história com um roteiro de um modo geral um tanto falho e, especialmente, em seu “grand finale”.


Minha intenção não é desmotivar ninguém a assistir ao filme. Como eu disse, tem seus pontos fortes, e apesar de tudo eu gostei, sim! E recomendo! Afinal, Sherlock Holmes é Sherlock Holmes e ponto. E que venha o próximo filme, como pelo jeito virá!



Estou preparando as resenhas das obras que li do Sir Arthur Conan Doyle, e logo postarei por aqui! Será uma semana “especial” Sherlock Holmes! rsrs.